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Rodrigo de Odé

Pesquisador, dramaturgo, ator, diretor, professor e produtor, rodrigo de odé é doutor em filosofia pela UFRJ e idealizador da Malta Teatro de Nação, projeto de pesquisa político-pedagógico que estabelece a importância da capoeira angola e da filosofia africana para a produção de uma poética para o teatro negro contemporâneo. Ogan da Ilê Omiojuarô e contramestre do Ngoma Capoeira Angola, é autor do ensaio "Baraperspectivismo: o trágico, relações raciais e o simbolismo de Exu" (Ape’ku Editora), e do texto teatral “Elegbára Beat: um comentário épico sobre o poder”, (Kitabu Editora). Dirigiu a leitura dramatizada de “Elegbára Beat” no Centro de Cultura e Arte Batakerê e na SP Escola de Teatro, em agosto de 2024. Produziu e dirigiu a residência artística “Afrocerimônias: a filosofia da cena no teatro de nação” e a performance “Afrocerimônias: um xirê oralitário”, no Teatro da USP, em São Paulo.
Em 2025, ministrou o curso de extensão na SP Escola de Teatro, "Afrocerimônias: a filosofia da cena no teatro de nação"; o curso "Ação, jogo e relação: a pesquisa de linguagem no teatro de nação", no Sesc Vila Mariana; a oficina teatral "Afrocerimônias: a negritude e o pós-dramático", no Sesc 14 Bis; e escreveu e dirigiu o espetáculo solo "herdei meu corpo", cumprindo curta temporada nas unidades do Sesc RJ de Copacabana, Barra Mansa e Petrópolis. Idealizou e produziu o projeto “Integração Fluminense de Capoeira Angola e Cultura”, com a gravação de um EP e um mini documentário, junto ao Ngoma Capoeira Angola.
Seus trabalhos como ator incluem parcerias com as diretoras e os diretores Christiane Jatahy, Marcio Meirelles, José Fernando Peixoto de Azevedo, Lucelia Sergio e Márcio Abreu. Desde 1999, no audiovisual atuou em longas, curtas, séries e novelas, como: “Filhos do Carnaval”, HBO (2006); “Cidade dos Homens” (2007); “Nosso Lar” (2010); “Felizes para Sempre?”, TV Globo (2015); “Amor Perfeito”, TV Globo (2023); “Capoeiras”, Disney + (2025); e “Malês” (2025).

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